50 podcasts e contando
É público e notório que eu sou um grande fã de podcasts. Já declarei ao vivo, por escrito e por telefone. O único meio em que falta declarar esse fato é por fax, mas escrever “amo podcasts” numa folha de papel e mandar pra alguém seria meio ridículo. Até por que não tenho fax.
O conceito de podcast é tão novo quanto o próprio conceito de Feeds XML. Só foi possível criar essa nova forma de transmissão de mídia depois da criação da linguagem XML, essencial para podcasts funcionarem. Felizmente, ao adquirir meu primeiro ipod em 2005, eu já tinha conhecimento do formato e funcionamento dos podcasts e por isso pude abusar do aparelho.
Infelizmente o Brasil ainda é relativamente atrasado nesse campo. Sim, sei que temos inúmeros podcasts em áudio, a grande maioria deles com qualidade. Por isso, pode parar de escrever o comentário citando o Nerdcast, Podsemfio ou Elaspod. O ‘relativamente’ se refere a um campo que não vejo progredir de jeito algum entre podcasters brasileiros: o de podcasts em vídeo. Também já sei do Colmeia.tv e do futuro Podsemfio TV (já pode linkar, né Bia?), mas… são só esses. Se existem outros, eles não fizeram a lição de casa em marketing e propaganda, pois já estou há mais de oito anos na internet e nunca ouvi falar de nenhum outro.
Vídeo, aliás, foi uma das principais razões pra justificar a compra do Ipod Touch no final do ano passado: eu o usaria muito com esse tipo de mídia digital específico. Na época, eu já entendia, usava e abusava do conceito de séries de TV em torrent. E um player portátil para elas não seria nada mal. E eu só assinava uns vinte ou trinta podcasts, a maior parte em mp3 ou aac.
Só em 2008 que o número de vídeocasts superou tanto o número de séries que assistia quanto o de podcasts em áudio, somando o total assustador assinaturas que ostento no título deste post. E não foi nem preciso me esforçar muito, o conteúdo em vídeo veio até mim. Conteúdo esse, disponível apenas em inglês até agora.
Então para evitar os já frequentes “HEIN?” e “OHH, TUDO ISSO?” que acompanham a cara de espanto quando revelo os números do meu iTunes, decidi tornar pública a razão pelo qual cada um desses podcasts capturaram minha atenção, me fidelizaram como ouvinte ou telespectador e me fizeram escrever esse post divulgando-os. A razão principal é: conteúdo.
Não importa qual tipo ou a frequência, conteúdo é o que mais valorizo quando assino um podcast. Seja ele patrocinado ou não. Seja ele produzido e editado nos estúdios de uma grande empresa ou seja gravado e editado na garagem da casa do apresentador.
(Nota: o post ficou gigantesco e por isso decidi quebrá-lo em várias partes, para melhor digestão. E, BTW, se você não entende inglês talvez acho os posts seguintes um tanto quanto restritos. :P)
(Nota 2: se você for ansioso demais e não quiser esperar pelos próximos posts, fica aqui um link para o OPML com todos os podcasts que assino.)
E eu com uns 12 podcasts no iTunes e achando que era mta coisa!
Já estou esperando os posts seguintes para conhecer o que vc ouve/ve!
=D
Em primeiro lugar: “oooooh, quanta coisa”.
heheheh
=D
Cara, eu acho podcasts mto legais, mas sofro do mesmo problema das séries, não tenho muito saco para ficar baixando.
Vou pegar um iPhone também e acho que o iTunes vai me ajudar pacas neste ponto.
heheheh
;D
eu assino uns 30 podcasts nacionais… Ainda tenho mais 1 (o decodificando.com.br) e mais um a caminho…
Estou gostando mais de podcasts do que de blogs… até tenho abandonado o reader recentemente…
Abraços!
é, eu paguei pau quando vi seu itunes aberto e fazendo down dos seus podcasts e ainda me pergunto onde tu armazena tanta informação na cabeça!
ah, e sem querer ser chato, aquele pod que tu falou que é meio que uma aula de ouvir em ingles tá nos posts acima, pois eu esqueci o nome..
abraços cara!
Bacana o post. O melhor do podcast é cada um poder ter o seu próprio programa de rádio e melhor, poder ser ouvido por N pessoas, que a gente nem imagina quem são. Além de qualquer um poder dar realmente asas ao seu espírito de dj, apresentador, locutor…Abraços