Dois mil e oito: o ano acaba de começar
Ao menos para o blogueiro que vos escreve, essa é a mais absoluta das verdades. (link gratuito pro melo, mesmo que ele não tenha feito aniversário – piada interna da lista blogosfera).
Decidi fazer diferente esse ano e tirar parte do mês de Dezembro mais parte do mês de Janeiro pra focar em outros assuntos, desligando um pouco o setor da internet e mundo virtual dos blogs. E quando disse “um pouco” não quis dizer totalmente. Continuei lendo todos os blogs que assino e comentando raramente. Meu objetivo era só descansar um pouco, desacelerar o ritmo. E consegui. Agora voltando à rotina normal, vejo que foi uma experiência fantástica e, tentando acumular mais um clichê num só parágrafo, recomendo que todos façam algum dia.
Nesse meio tempo…
SampaTour2007
Ocorreu pelo terceiro ano consecutivo e parece já ter virado clichê. Uma viagem a São Paulo no final do ano com destino a diversão infinita, histórias hilárias e amigos eternos. Parece até chamada de filme do Sessão da Tarde.
Reencontrei amigos e conheci novos. Blogueiros que deixaram de ser links. E ainda deu tempo de fazer aquela visita indispensável à Santa Efigênia, acompanhado do Fugita! How cool is that? É como acompanhar o Cardoso numa Apple Store ou ter a ajuda do Graveheart na instalação do Ubuntu! Ou quase.
Participei, finalmente, do meu primeiro NerdsOnBeer e do lançamento do Radar Cultura, conheci a Jovem Pan (AM e Online, dessa vez, a FM já havia conhecido ano passado) e a genial Madeleine Lackso, marquei presença no almoço de aniversário do Querido leitor, e rolou – dentre outros eventos e passeis – claro, o clássico encontro de mesa de bar com o Blogagi com direito ao tradicional FlashNaCaraDaLilhá. Ela é menos branca do que parece, juro.
Obviamente, nesse ano tem mais.
Yellow fever: bite me!
E no espírito Chuck Norris de aventura, fui procurar sarna pra me coçar: viajei com a família pra Goiás sem tomar a bendita da vacina contra a maldita da febre amarela. Não tinha, não tomei. Voltei sem ser alvo de mosquito algum. Talvez a fitinha de São Google no meu pulso tenha a ver com isso. Aliás, se fosse uma fitinha de são Yahoo, eu poderia ser malvado e dito que apesar de ter procurado, não encontrei a vacina.
Foi divertido, conheci um casal de amigos da internet que nunca tinham conhecido amigos de internet antes na vida. Estranhamente, ambos passaram todo o encontro com a mão na frente da barriga, na altura dos rins, sabe? Não entendi por que, mas nem perguntei.
Quanto menos… mais? É isso mesmo?
É óbvio que não ia conseguir ficar totalmente offline, então nem tentei. Meu objetivo era ficar MENOS online. E no tempo em que, de fato, gastei na rede foi lendo emails, feeds, baixando podcasts e [pause dramática para constatação incomun] vendo o número de assinantes do meu feed crescer incomunalmente.
Achei que o esquema nos blogs fosse: quanto mais posts de qualidade, mais assinantes e leitores. Se eu soubesse que ficar pouco mais de um mês sem postar um texto decente iria me trazer meia centena de assinantes de RSS, tinha feito isso antes. Aliás, talvez eu tenha ficado mais de um mês sem postar, mas aparentemente só deu certo dessa vez.
Trip overdose
Trocando agora o espírito de Chuck Norris pela completa falta de coisa melhor o que fazer, arranjei uma viagem pra ajudar uma prima com a mudança de residência e de quebra oferecer um ombro a alguns parentes que precisarão fazer umas cirurgias complicadas e que podem precisar de algum apoio. Nada muito sério.
Obviamente, tratei de tentar marcar algum encontro com aquelas duas dúzias de gente que incluiu-me no rol de amigos no Blogcamp MG. Via twitter. E acho que por isso não deu muito certo. Com certeza não foi o fato de ter tentado combinar algo em cima da hora. Mas consegui convencer ao menos o Apocalypse a dividir a mesa do bar e de quebra ele trouxe um amigo (que mais tarde descobriu-se que era amigo de infância do namorado da minha prima – what are the odds?). Aliás, um par de mãos muito úteis, principalmente se for pra empurrar um carro sem gasolina. E não olhem pra mim, perguntem a história completa pra ele.
Também deu tempo pra conhecer o Bressane Headquarters, que é estranhamente mais organizado do que pensei. Tem um Mac, um PC, um monitor Dell de dezenas de polegadas, e mais umas duas dúzias de parangolés e equipamentos que me deixaram um bom tempo procurando meu queixo no chão. Segundo informações, ele está aberto à visitas de segunda a sexta-feira, das 6h da manhã as 22h da noite e o ingresso são duas mariolas.
Projetos, Campus Party e Livestream
Também aproveitei a folga para entrar em novos projetos e reviver alguns antigos. Quando eles já estiverem devidamente estruturados, montados e prontos pra lançar, aviso quais são.
Fevereiro tem Campus Party, o chamado Nerdstock. Eu já comprei minhas passagens e garanti meu ingresso. Falta saber com quem vou dividir a barraca durante uma semana de overdose de tecnologia, informática e internet. Se você não for, há várias maneiras de acompanhar o evento: fazendo track à tag #cparty no twitter, seguindo o livestream do BlogBlogs ou… aqui.
Sim, eu também vou tentar transmitir o evento ao vivo. Tenho uma webcam, a internet wi-fi vai ser veloz e cobrir todo o evento e posso levar a mochila no notebook com ele ligado, certo? Então. O máximo que vou conseguir fazer é transmitir andando pela feira por uma hora e meia e parar uma hora pra carregar a bateria. Acho que vale a pena tentar.
HAHAHAHAHA
Adivinha? Meu anivérsário É hoje! (2/2)!!!
:D
Os rins ficam nas costas.
Meh. Nunca fui bom em biologia. :P
mal voltou e já está indo farrear em eventos novamente, Rafa??
ninguém trabalha nesse país não??(brincadeira)
=)
beijo.
Que beleza de vida. Só viagens! Tá na hora de começar a pensar em uma RioTour, não? :D
Vou aguardar ansiosamente suas transmissões direto da CampusParty/Nerdstock. Seria um excelente momento para colocar um tal podcast no ar…