A Cicarelli não pode dar em Vitória
Uma das coisas que me deixou com medo e receio de mudar lá de São Luís pra cá era o fato de que quase nunca eu ouvia falar de Vitória nos jornais nacionais da vida. Uma notícia sobre a capital capixaba era rara de aparecer na TV, qualquer seja o canal. De vez em quando aparecia uma chacina ou outra nos presídios da Serra, município vizinho. E isso não ajudou muito. Até quando a garota do tempo falava as máximas e mínimas temperaturas do sudeste, Vitória era deixada de lado.
Por um lado isso é bom: muita notoriedade atrai coisas ruins. Mas por outro lado, é como se a cidade não passasse de uma cratera esquecida. Ou, como já ouvi alguns mineiros dizer, ‘o Espírito Santo é refúgio dos baianos que queriam ir pro Rio de Janeiro e, de preguiça, pararam no meio do caminho’.
Talvez por isso eu tenha recebido um email com (mais) uma montagem da toda foderosa poderosa Cicarelli-3-minutos-ferveu-tá-pronto e seu devido namorado, fornicando em meio a um alagamento e com a legenda: Cicarelli passando as férias no Rio. Averigue a imagem logo abaixo:

Longe de mim querer discutir a salinidade da perseguida dela ou as propriedades limpantes de algas marinhas ou, mais profundamente, desvendar as entranhas da mente de uma pessoa que acha cool satisfazer seus desejos sexuais em uma praia pública na Espanha. Prefiro, singelamente, reclamar do sujeito que fez a legenda: Sua anta estraboscópica, esses à´nibus são de Vitória e não do Rio de Janeiro.
Quer uma prova? Aqui. Eu reconheceria esse 527 em qualquer lugar do planeta. Trata-se do Terminal Dom Bosco, que costumava pegar pra ir pro estágio. E aposto minhas fichas de poquer online (que ainda não tenho) de que a avenida em que ele está passando é a da Ufes.
Talvez a pessoa que recebeu a montagem de algum amigo capixaba tenha achado melhor repassar o email trocando o local original. E isso só acontece porque Vitória não existe. Estou morando num limbo do sudeste que só serve de praia pros três outros estados brasileiros da divisão.
Quem sabe se a Cica der (uma passadinha) aqui em praias capixabas, o local não fique conhecido afinal?
PS.: Post originalmente publicado antes da atualização para WP 2.1.
Quando vi o título, lembrei que já tinha lido algo parecido.
Fucei todo o histórico do Memórias Fracas e dos Blogs do Cardoso, até então vir aqui e perceber que eu já tinha lido primeiro aqui mesmo…
E como você conseguiu recuperar o post? Não disse que nao tinha feito backup?
O cache do São Google que tudo vê e tudo salva. :)
Achei ótima a montagem! Só quero agora ver toda enchente sair uma foto dessas, hehehe!
Abraços!
obs: Bom, se esse comentário passar significa que o teste deu certo… mudei algumas coisas no roteador…
Oi Rafah….
E Curitiba que nem enchente tem????
Rss…
Bjs….
Diana du céu, tu quer a Cicarelli causando aí no sul?!?!
=p
Vitória não existe pro resto do mundo mas tu já se deu ao trabalho de ver os programas locais? Tem coisas boas mas vai convencer um capixaba de que isso aqui não é o suprassumo do c…. do pato!!!! Vitória concorre com Cuzco, focinho a focinho, como cidade umbigo do mundo…
:lol: imagem bacana !
hahahahahahaha
Rafa, im-pa-gá-vel!
Mas, tem praia de nudismo lá pras bandas do região norte capixaba… Não sei se permitem vucovuco, como diria a Márcia do Sai de Baixo.
hehehehehehe
Rafa, tà´ aqui matutando. Instalar só o Norton System para recompactar o que está fragementado. Mas, aí para reinstalar os anti-tudo, só contando com sua paciência, faloris?!
Vou pensar a respeito nesses dias de carnaval…
Ooops fragmentado. Sorry!
Pior que é verdade. Eu nunca ouço falar de Vitória, mas é uma das poucas capitais que eu simpatizo e não tenho nada contra. Não conheço Vitória, assim como não conheço grande maioria das capitais brasileiras, mas simpatizo.
Bem, você não imagina o que é morar em Erechim/RS. Duvido que você algum dia tenha ouvido falar nessa cidade! Eu gosto daqui, mas é muito esquecido.
[...] primeira eu já disse aqui: saber que a Cicarelli nunca vai aliviar seus desejos salino-sexuais (já perdi a conta de quantos eufemismos pra “sexo no mar” eu escrevi) em águas [...]