Archive for April, 2006
Simples pra crianças de 10 anos…
… e complicado pra adultos, como bem disse a Cora, na entrevista no programa do Jô.
Por incressa que parível, é a realidade. Alguns adultos acham difícil aprender a usar as funcionalidades úteis de um dispositivo, seja por preguiça, seja por medo de fazer alguma cagada, seja pelo fato de desconhecerem a existência dela, claro. Manual foi feito pra ser lido, cambada de gente grande. Nem que seja naquelas horas apertadas dentro do banheiro.
Uma sacada inteligente que veio pra facilitar a vida de usuários de telefone celular é ao mesmo tempo simples de ser usada e complicada pra ser aprendida. Mas, convenhamos, não é tão difícil assim. Chama-se T9. É uma tecnologia desenvolvida pela Tegic Communications, Inc, presente nos telefones portáteis mais novos e que, basicamente, auxilia a digitação e diminui o desgaste dos dedos.
Funciona assim: ao digitar, ele adivinha qual palavra você quer escrever fazendo combinações entre as teclas que foram digitadas. Veja o quadro abaixo:

Se o idioma selecionado for o português, ao pressionar as teclas 2, 6, 5, e 2, imediatamente surge na tela a palavra BOLA. Pressionando a tecla asterisco (ou sustenido, em alguns casos), pode-se ver as outras combinações de palavras formadas pela sequência de teclas 2652, como COLA.
Além disso, também é possível ensinar algumas palavras pro T9, deixando o dicionário mais incrementado e ágil. Em poucas palavras, é uma tecnologia muito bem inventada por pessoas da minha àrea (inteligentíssimas por sinal) e que vai ajudar a deixar a ponta dos dedos menos desgastada.
Se você ainda se considera despreparado(a), use o o programa de treino*, da Tegic. Ainda não tem português na lista de linguagens disponíveis, mas é um bom começo pra quem já tá começando a sentir os efeitos da LER nos dedos.
* – pra rodá-lo, é preciso ter o plugin de Java instalado. Baixe aqui.
Simples pra crianças de 10 anos…
… e complicado pra adultos, como bem disse a Cora, na entrevista no programa do Já.
Por incressa que parível, é a realidade. Alguns adultos acham difícil aprender a usar as funcionalidades úteis de um dispositivo, seja por preguiça, seja por medo de fazer alguma cagada, seja pelo fato de desconhecerem a existáncia dela, claro. Manual foi feito pra ser lido, cambada de gente grande. Nem que seja naquelas horas apertadas dentro do banheiro.
Uma sacada inteligente que veio pra facilitar a vida de usuários de telefone celular é ao mesmo tempo simples de ser usada e complicada pra ser aprendida. Mas, convenhamos, não é tão difícil assim. Chama-se T9. É uma tecnologia desenvolvida pela Tegic Communications, Inc, presente nos telefones portáteis mais novos e que, basicamente, auxilia a digitação e diminui o desgaste dos dedos.
Funciona assim: ao digitar, ele adivinha qual palavra vocá quer escrever fazendo combinações entre as teclas que foram digitadas. Veja o quadro abaixo:

Se o idioma selecionado for o portuguás, ao pressionar as teclas 2, 6, 5, e 2, imediatamente surge na tela a palavra BOLA. Pressionando a tecla asterisco (ou sustenido, em alguns casos), pode-se ver as outras combinações de palavras formadas pela sequáncia de teclas 2652, como COLA.
Além disso, também é possível ensinar algumas palavras pro T9, deixando o dicionário mais incrementado e ágil. Em poucas palavras, é uma tecnologia muito bem inventada por pessoas da minha àrea (inteligentíssimas por sinal) e que vai ajudar a deixar a ponta dos dedos menos desgastada.
Se vocá ainda se considera despreparado(a), use o o programa de treino*, da Tegic. Ainda não tem portuguás na lista de linguagens disponíveis, mas é um bom começo pra quem já tá começando a sentir os efeitos da LER nos dedos.
* – pra rodá-lo, é preciso ter o plugin de Java instalado. Baixe aqui.
Aquele das coisas de menta
Um assunto é bom quando pode ser debatido até o dia em que as estrelas virarem pó. Nunca saberemos a verdade indubitável sobre um assunto desse tipo, acreditem. Deixando as divagações à parte, semana passada encontrei um espécime assim. Aqueles temas do tipo que você estica, puxa, dobre, encaixa, vira e não chega a um veredicto final sobre ele. Aliás, não fui eu que o encontrei. Ele me encontrou.
A cena foi a seguinte: pleno supermercado EPA, plena BH, pleno mal-funcionamento cerebral. Na hora de passar no caixa, olho pro lado e pá. (pausa para reflexão: Assim mesmo, “pá”. Um pá daqueles em que o mundo ao redor para e só o que dá pra ver é aquela coisa que puxou sua atenção). Eu nunca devia ter feito um comentário, mas fiz: “Olha, camisinha de cereja. Será que é bom?”. A garota que eu conhecera a 15 minutos atrás provavelmente também queria nunca ter respondido o comentário que fiz, mas respondeu: “Não sei, mas a de menta é boa. Só que arde um pouquinho”. Ouvem-se ao fundo, risadas abafadas. Eu vejo a caixa segurando um risinho, ela ouve uma mulher atrás fazendo o mesmo. Caras e bocas sobrando pra ambos os lados.
O resto foi só consequência. Carvucou-se uma tonelada e meia de coisas a partir dessa coisa principal. Gargalhamos o bastante pra semana toda. Mas e daí pras coisas de menta? E daí que esse tema é um ótimo tema pra ser debatido. Claro. Porque não? E daí que as coisas de menta ardem um pouco? Seria diferente se fossem troços de eucalipto ou negoços de hortelã? Em ambos os casos haveria a substituição da palavra “camisinha” por algum termo notoriamente vago. Convenhamos que “coisas de menta” tá tendendo mais pra bala do que pra preservativo.
Por isso, fiz este post. Escrevi-lo para que certas pessoas (elas sabem quem são) percam a vergonha de falar “coisas de menta” e passem sim a falar pra todo mundo, em alto e bom som, pra que possa ser ouvido desde a esquina de onde judas perdeu as botas até a quadra onde o vento faz a curva, que camisinhas podem sim ter algum adjetivo bizarro acompanhando o nome do preservativo. Seja ele um sabor, essência, tamanho, porosidade, fragrância, consistência ou seja lá o que for. Ardendo ou não. Enfiem na cabeça (qualquer uma) que isso é completamente normal nos dias atuais, ok?
Nonsense à parte, adorei conhecer a Babi. Goste ela de menta ou não.
