Archive for December, 2005
À vista
Como antecipou a Alê nos comentários do post passado, este blog mudará de endereço. Também mudará de nome e foco principal. Nada mais de mundo do rafa, nada mais de palavras apenas palavras. Manterei o endereço, mas só para ninguém registrar. Tenho uma idéia na cabeça. É algo novo, algo simples, algo em que eu não precise pensar muito antes de escrever. Essa é, acima de tudo, uma mudança que se faz necessária desde a semana passada.
Não divulgarei o endereço novo, pelo menos no início, e peço que também que ninguém o faça. Depois de tudo pronto, vou mandar um email ou algo assim aos amigos avisando qual o novo buraco que me enfiei. Sei que quem realmente quer ler o que eu escrevo, vai fazer esse pequeno obséquio favor pra mim.
Desejo um feliz natal a todos, um 2006 cheio de realizações e conquistas e tudo mais que há de bom. Pra quem confia ou não em mim, esses são meus sinceros desejos.
Até a volta,
Rafa.
Notícias bestas, comentários esdrúxulos
1 – União diz que cumpre meta
Juro que, ao ler, achei que tinha algo a ver com meta atingida em fábrica de açúcar.
2 – Requião diz que pesquisa destrói ”falácia” da polarização PT-PSDB
Nessa aí eu achei que os partidos tiveram um prejuízo pela destruição de plantações de vegetais.
3 – Mágicos dizem poder recriar milagres bíblicos
O que vai ter de Mister M tentando separar águas em rios por aí num tá no gibi.
4 – CPI deve soltar bomba no colo de Lula em março
Tem muita gente que com certeza gostaria de ter feito isso antes. E mais de uma vez.
5 – Syd Barrett teria visto documentário sobre si próprio e gostado
Ohhh! Um exemplo perfeito de humildade e desapego a coisas materiais! Aliás, quem é Syd Barret?
6 – 50 mil polonesas querem fazer plástica na TV
Lá tá tão cheia de baranga assim? Uh, coitado.
Leovegildo Silvério da Silva
Nascido em: 23/01/1923
Falecido em: 10/12/2005
Meu avô. Mais do que isso, uma grande pessoa. Um ser humano incomparável. Se sou assim altruísta em excesso, devo isso por causa dele. Se eu sei que vale a pena ajudar alguém sem esperar nada de volta, aprendi isso com ele. Um parágrafo mal-escrito não faria jus à tudo que ele significou nessa vida.
Com ele morre uma parte de mim, uma parte da cidade de Itabira – onde ele fez história – e uma parte de todas as pessoas a quem ele ajudou quando foi presidente da APAE. Ele praticamente cedeu sua vida auxiliando a instituição.
Estou aqui, em Minas, acabei de chegar do velório dele. Me sinto triste, vazio. Um sentimento de solidão me invadiu e não pretende ir embora tão cedo.
“… um dia triste, toda fragilidade existe …”
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